segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Banheiros

fonte: Casa Claudia
casa.com.br


BANHEIROS

BANHEIROS CHEIOS DE ESTILO


Contemporâneos, estes ambientes mostram as tendências de acabamentos para banheiros



 Contemporâneos, estes ambientes mostram as tendências de acabamentos para banheiros: mármore, madeira, cerâmica, pastilhas e até alumínio estão entre os revestimentos escolhidos pelos profissionais. Há o projeto que ganhou status de sala de banho, com a elegância do mármore, o banheiro de ar minimalista que fez uso de madeira alumínio e vidro, o banheiro voltado para a natureza e aquele com uma mistura acertada de cores e revestimentos. Depois de se inspirar com estes espaços, conheça os lançamentos de louças, metais e chuveiros para você decorar o seu banheiro. Antes de definir o seu projeto, leia as respostas para as dúvidas mais palpitandes sobre como decorar o banheiro.


A elegância do mármore


Este banheiro se vale de grandes placas de mármore crema marfil no piso e nas paredes para promover uma atmosfera refinada. Por causa do tamanho das peças, das linhas de rejunte quase invisíveis e da sensação de superfície única, o espaço de 23 m² ganhou status de sala de banho. Para reforçar essa ideia, investiu-se na iluminação, capaz de criar cenas diferentes em cada canto do banheiro. “Spots no gesso nas áreas do boxe e da bancada garantem uma luz funcional. Já a arandela na parede e a luminária do teto trazem a luz mais difusa”, explica o arquiteto Flavio Butti, sócio de Alice Martins.

Sob a bancada de mármore crema marfil (Tiga Mármore), o gabinete de MDF com acabamento de esmalte de poliuretano acetinado branco foi pensado com dois nichos para deixar os perfumes sempre à mão. Projeto de Flavio Butti e Alice Martins.

Além de trazer aconchego, a arandela de metal (Reka) enfeita a parede. Tapetes (Clatt) misturam fios de náilon e algodão. Projeto de Flavio Butti e Alice Martins.


Com portas de vidro até o teto, o boxe recebeu um duto que leva o excesso de vapor para fora do banheiro. A chaise (Clássica Design) convida ao descanso. Projeto de Flavio Butti e Alice Martins.


Madeira, alumínio e vidro


Linhas puras reforçam o ar minimalista deste banheiro de 7,80 m², projetado pelo arquiteto Ricardo Miura e sua sócia, Carla Yasuda, para um empresário fã de esportes e de viagens. Paredes revestidas de alumínio branco se harmonizam com as folhas de vidro do boxe e o piso de mármore branco. Coube ao deque e ao gabinete de madeira emprestar aconchego aos materiais mais frios. Graças à claridade natural em abundância, tudo fica mais acolhedor. E, à noite, a iluminação dividida em circuitos ajuda a compor climas. “Idealizamos um espaço limpo, confortável e funcional”, conta Miura.

Chapas de alumínio branco (Alcan Composites) cobrem as paredes e contrastam com o deque de cumaru e o gabinete de pau ferro (Aline Móveis) com verniz poliuretano. Sobre a bancada, o espelho camufla o armário. A porta de correr, também de cumaru, isola o banheiro da suíte. Projeto de Ricardo Miura e Carla Yasuda.

Usado normalmente em fachadas de prédios, o alumínio possibilita uma paginação em grandes formatos, quase sem rejuntes.



Toque de natureza


Integrado a um terraço repleto de vegetação, o banheiro de 12 m², criado pelo arquiteto Benedito de Toledo Jr., recebeu pinceladas de tinta acrílica verde em parte das paredes para compor um visual afinado com o paisagismo do lado de fora. Além de unir os ambientes, o tom propõe uma atmosfera refrescante e agradável ao espaço. “É também um jeito de economizar e conferir um toque elegante ao banheiro”, afirma Toledo Jr. Criado para um casal de executivos em sintonia com os novos tempos, o espaço ganhou uma combinação equilibrada de elementos sem perder de vista o bem-estar.

No boxe, no piso e na bancada, o mármore pigués (Marmoraria Habitare) traz classe e leveza. Nas paredes, tinta de tom oliva (swb 2369, da Sherwin-Willians). Note como os móveis de madeira branca têm recortes para acomodar as toalhas. Projeto de Benedito de Toledo Jr.

Mistura acertada


O mosaico do boxe, formado por pastilhas de cerâmicas de tons bege, branco e preto, aparece em total equilíbrio com as peças brancas maiores, também de cerâmica, que cobrem o resto das paredes e o piso do banheiro de 3,60 m². “O mix dá movimento ao ambiente”, diz o arquiteto Sergio Astrauskiene. Como os moradores, um casal de profissionais liberais, desejavam um espaço acolhedor, Sergio lançou mão da combinação colorida e arrematou a decoração com detalhes bem cuidados: o vidro desenhado e preso por roldanas na porta do boxe e a bancada de mármore pigués.





ambientes descolados e estilosos!


Ninguém precisa ser necessariamente jovem para curtir um banheiro descolado e estiloso. Elegância – combinada com ousadia e criatividade – rende ótimos projetos e sugestões, como os que selecionamos para você. A lista de materiais e de revestimentos é farta: vai da natural madeira aos sintéticos. Para os que apreciam um toque de glamour, há os mármores em suas diferentes tonalidades. Os mais descontraídos encontrarão nas pastilhas de cerâmica ou de vidro o paraíso colorido que faz dos detalhes uma festa. E, para aqueles que adoram refinamento, mas estão em total sintonia com a modernidade, é a criteriosa mistura que fará toda a diferença. Aproveite e conheça também 4 banheiros muito charmosos.

Arejado, claro e despojado, o espaço de 10,50 m2 atende à suíte do casal nesta casa em Trancoso, BA, projeto do arquiteto carioca Maurício Nobrega. Para valorizar as matérias-primas locais, ele forrou o teto com um trançado de dendê e usou arandelas de palha na iluminação, tudo produzido por artesãos da região.


Cimentado branco forra piso e parte do boxe, contrastando com a pintura em tom vinho de parte da parede. Sob a bancada de mármore branco, a prateleira de madeira garapa alinha cestos de fibra. Projeto do arquiteto Maurício Nóbrega


Pequeno, mas com alguns detalhes que conferem personalidade, este banheiro tem autoria da designer de interiores Christiane Laclau e do arquiteto Rafael Borelli. A começar pela charmosa pia que valoriza o espaço de hóspedes. Capricho semelhante nota-se no piso de mármore branco piguês, nas esquadrias de aço inox do boxe, no gabinete e na moldura do espelho feitos de freijó lavado.


Curas discretas” do feng shui, induzidas pela especialista Mariângela Pagano, aliadas a uma reforma feita de acordo com a técnica chinesa. A designer de interiores Cida Moraes comandou a reforma que resultou na harmonia do apartamento de 350 m2. No banheiro, a bancada de madeira pintada com tinta automotiva preta é também um altar com objetos orientais. O piso de taco palito de amêndola mesclase ao revestimento de granito preto absoluto da área molhada. A cadeira de acrílico com estampa florida tem desenho de Philippe Starck.


Soluções práticas num espaço clean e elegante foi o pedido do proprietário aos arquitetos Paula Neder e Alexandre Monteiro.


A elegância fica por conta do mármore fiorito da bancada, que se estende pelas paredes e pelo piso, misturando-se ao mosaico de vidro transparente do boxe e de parte da parede da área externa. “Também criamos uma prateleira junto ao espelho, que viabiliza a organização dos produtos de beleza”, destaca o arquiteto Alexandre Monteiro. Paula Neder também fez parte do projeto.


Para satisfazer o desejo dos moradores, que queriam um espaço acolhedor, o arquiteto Sergio Astrauskiene idealizou uma equilibrada combinação. Harmonizou o mosaico do boxe, revestido de pastilhas de cerâmica em tons de bege, branco e preto, com as peças brancas maiores, também de cerâmica, que cobrem o restante das paredes e o piso do banheiro de 3,60 m2. “O mix dá movimento ao ambiente”, enfatiza. Detalhes bem cuidados arrematam a decoração, como o vidro desenhado e preso por roldanas na entrada do boxe.


Da porta de entrada é possível enxergar todos os cômodos do apartamento do arquiteto Rodrigo Angulo. Seu projeto eliminou paredes e recriou ambientes tendo a década de 70 como tema da decoração. O banheiro de 6 m2, no entanto, é totalmente contemporâneo. Na parede, ele usou cerâmica branca, e na bancada e no banco optou pelo limestone bateig blue. “Com a intenção de manter a linguagem de integração do apartamento, dispensei o boxe”, diz. O deque de pínus autoclavado delimita a área molhada e evita que o chão fique encharcado.


Em uma de suas últimas viagens, os proprietários se apaixonaram pelo Marrocos e queriam uma referência mourisca dentro de casa. Os arquitetos Paula Neder e Alexandre Monteiro, responsáveis pelo projeto do banheiro, encontraram a solução na cerâmica marinho e branca, pintada a mão, que cobre piso e paredes.


VISUAL CONTEMPORÂNEO

Avesso aos modismos, mas atento às novidades, o designer Fábio Galeazzo, de São Paulo, renovou este banheiro (antes forrado de azulejos em tom caramelo) com dois materiais sintéticos. O mármore industrializado branco, de última geração, aparece no piso e dá forma à bancada e aos nichos. Já o cimento polimérico – mistura pronta que reproduz o tradicional cimentado – cobre a parede do boxe sem dar chance a bolhas ou manchas. “Num banheiro, quanto menos informação, maior é a sensação de limpeza”, diz Fábio, explicando sua predileção por poucos – e bons – acabamentos.

4. A parede é coberta de cimento polimérico em tom natural (Tecnocimento, da NS Brazil), protegido com resina para pedras (Fuseprotec, da Fusecolor): uma demão da versão semibrilho e outra da fosca. 5. Para parecer monolítico, o piso de Marmoglass (Marmotec) branco leva placas grandes, de 110 x 90 cm. 6. “Como no Brasil há grande variedade de rochas e bons marmoristas, gosto de desenhar os lavatórios e executá-los”, diz Fábio, referindo-se ao modelo duplo feito pela Kapace Mármores e Granitos, com o mesmo tipo de pedra do piso. 7. Fábio é enfático: prefira espelhos antiembaçamento, dotados de resistência elétrica. Este é da Penha Vidros.


TUDO BRANCO

A pedido de um jovem casal, o arquiteto paulista Francisco Lopes saiu-se com esta sala de banho completa. “Eles estavam construindo uma moradia ampla, havia bastante espaço”, diz o arquiteto. Com liberdade para investir numa boa distribuição, ele separou banheira e boxe, isolou o vaso sanitário e ainda instalou duas cubas sobre a longa bancada. Outra solicitação dos clientes – que queriam tudo branquinho, como no restante da casa – foi atendida com a escolha do mármore sintético para o revestimento. “Não existe acabamento resistente e tão branco entre as rochas naturais”, pondera Francisco.

14. Além da iluminação geral (com halógenas PAR 20), mini-spots com luz amarela, instalados no gesso, sobre a bancada, facilitam o barbear e a maquiagem. Também há focos sobre a banheira e no boxe, onde duchas (Deca) próprias para cromoterapia oferecem banho com luz em diferentes tons. 15. Escolha dos clientes, os misturadores (modelo Waterfall, monocomando e de mesa, da Lorenzetti) incrementam o ambiente – de resto, bastante discreto. 16. Como o banheiro serve a um casal, há duas cubas – recurso viável apenas em espaços amplos, ou sobraria pouca área de bancada.


À MODA DA CASA

Ao reformar o imóvel antigo, a proprietária deste apartamento fez à dupla de arquitetos paulistas Alice Martins e Flávio Butti um pedido curioso: queria o banheiro com ares de quarto ou sala. Isso significava inserir no projeto os mesmos tons e acabamentos presentes no restante da moradia, incluindo travertino romano bruto e madeira ebanizada. Tudo sem abrir mão da praticidade: a proprietária e o marido pediram à dupla que dispensasse a velha banheira em troca de um boxe amplo e confortável, com direito a um banco e a um nicho para produtos de higiene pessoal

18. O boxe, grande (1,35 x 1,35 m) e confortável, é um dos atrativos do espaço. A 45 cm de altura, fica um banco de travertino que “serve para apoiar e lavar os pés”, exemplifica Flávio. O nicho completa a lista de mimos: alcança 10 cm de profundidade, o mínimo necessário para acomodar frascos e vidrinhos. 19. Além do chuveiro de teto, o banheiro oferece uma duchinha (Deca), acionada pelo mesmo misturador monocomando. “Essa associação é prática: nem sempre as mulheres querem molhar os cabelos”, sugere o arquiteto.

21. Seguindo a receita do apartamento, duas paredes ganharam acabamento de compensado folheado com madeira curupixá ebanizada e envernizada (serviço da Marcenaria Ipê), mesmo material do gabinete. Detalhe: só foi possível usar esse acabamento porque a janela localizada dentro do boxe evita que o vapor danifique os painéis. 22. Para aquecer o ambiente, o piso da parte seca do banheiro ganhou tacão de cumaru (IndusParquet). 23. Com apenas 55 cm de profundidade, a bancada traz duas cubas compactas (55 x 45 cm): modelo L870 de sobrepor, com quinas retas e ralo oculto. Os metais seguem o mesmo desenho: linha Unic, também da Deca.

OUTROS MODELOS










sábado, 14 de agosto de 2010

Piscinas

fonte:piscinas joy

Piscina de Alvenaria - Rigidez que ultrapassou o tempo!





Estas piscinas se utilizam de técnica construtiva mista: alvenaria e concreto. Em duas versões: Argamassa Armada e Alvenaria Estrutural. São muito executadas, por serem opções intermediarias entre a de concreto e as pré-fabricadas, pois apresentam uma considerável relação custo x beneficio. Ambas as técnicas, com prazo médio de execução de 30 a 45 dias, são executadas sobre uma laje de concreto. As paredes são executadas sem a utilização de formas de madeira, amenizando o custo final. Podem receber os mesmos revestimentos que a piscina de concreto.

Na Argamassa Armada, as paredes são erguidas com tijolos, reboco (cimento, areia e cal) e fibras sintéticas. A pedra é totalmente dispensada neste tipo de técnica. Apresenta-se como uma estrutura bastante maleável, diminuindo sensivelmente a ocorrência de fissuras na impermeabilização ou rachaduras indesejáveis.

Isto de certa forma lhe confere uma boa durabilidade, que varia entre quinze e vinte anos.
Pode ser projetada em qualquer tamanho ou formato, exigindo sempre mão-de-obra especializada.

Na Alvenaria Estrutural, as paredes são erguidas com blocos de concreto, que posteriormente serão preenchidos com concreto e ferragens. Compondo uma estrutura formada de pilaretes travados com cintas de amarração, calculados de acordo com a profundidade da piscina. O tamanho desta, está vinculado ao tamanho do bloco de concreto utilizado, sendo este o módulo que definirá as dimensões da piscina (largura, comprimento e profundidade).

Esta técnica construtiva poderá apresentar problemas quando for executada sem uma sondagem do solo e sem cálculo estrutural. Menos resistente e durável e mais vulnerável às oscilações do solo quando comparada a de concreto.

Sua durabilidade varia entre dez e quinze anos.

Piscinas de Concreto Armado

Sua execução deve seguir rigorosamente o projeto estrutural, uma vez que este é calculado especificamente, prevendo a forma e o volume de água da piscina e as condições do solo do local. Esta técnica construtiva é uma das mais seguras e que apresenta a maior durabilidade, cerca de trinta anos, o que contribui sempre para a valorização do imóvel. Executada em qualquer formato aceita receber todo tipo de revestimento, dos azulejos à tinta epóxi. Esta técnica construtiva, mais do que qualquer outra, apresenta certa demora em sua execução, ou seja, uma piscina de porte médio cerca de quatro meses.

Seguindo basicamente as etapas relacionadas abaixo:

- Definição do formato;
- Escavação e montagem do gabarito;
- Preparação da Forma externa;
- Execução das ferragens;
- Execução dos dispositivos e das tubulações (hidráulica e elétrica);
- Preparação da Forma interna;
- Impermeabilização;
- Aterramento e Compactação do solo;
- Execução do Revestimento interno;
- Execução do Revestimento externo (piso, bordas e deck).

Todas estas etapas devem ser criteriosamente executadas. É comum a aplicação de testes na finalização da forma interna e na impermeabilização, para se verificar possíveis vazamentos durante a execução. Pois quando detectados posteriormente, acabam ocasionando elevados custos para o conserto, normalmente envolvendo: reforços estruturais, nova impermeabilização e troca dos revestimentos internos e externos.

Piscinas de Vinil - Ótimo custo X benefício.


Hoje o vinil apresenta-se como o produto mais vantajoso dentre os outros modos de se construir uma piscina, pois seguramente é o mais adequado e versátil de se executar um projeto com menor custo, maior rapidez e melhor acabamento.


Qualquer projeto pode ser executado com o revestimento de vinil, desde piscinas com ângulos, curvas, degraus, SPAS etc., Não tendo qualquer restrição quanto ao formato, dimensionamento ou profundidade.

Além disto o vinil é industrializado com técnicas modernas, incluindo em sua formulação, componentes que inibem o surgimento de microorganismos, algas e bactérias.

Os produtos desenvolvidos em vinil, são fabricados dentro de um rigoroso sistema de qualidade, contando para tanto, com técnicos de vasta experiência no ramo de piscinas e de revestimentos em vinil.

A manutenção da piscina de vinil também se apresenta como uma outra vantagem, pois os reparos nas piscinas em vinil podem se dar de forma bastante simples, podendo em alguns casos ser reparada até dentro da própria água.

Informação, um direito do consumidor:

Deste modo,segue uma sintética descrição do produto a seguir.



Inicialmente é preciso salientar que o revestimento de vinil para piscinas é feito mediante encomenda, tal qual se dá na confecção de uma roupa qualquer, sendo necessário que se tenha um molde ou dados precisos para que o revestimento vista adequadamente.


Para a confecção do revestimento, a fábrica lança mão de máquinas de solda de rádio freqüência, com a qual efetua emendas nas peças de vinil, até se concluir o formato da piscina encomendada.

Diante disto, são formadas emendas visíveis, que são características do produto.

Em piscinas com cantos formados por ângulos, é comum que o vinil não encoste na alvenaria em alguns casos, permanecendo tencionado, sendo este um ponto em que o consumidor deve tomar cuidado para não forçar com objetos cortantes ou pontiagudos, o que poderá provocar rupturas acidentais no revestimento.

Concluído o formato do bolsão, efetua-se a solda do perfil flexível que é o elemento de fixação do revestimento em vinil na caixa de alvenaria feita pelo próprio consumidor ou pela empresa por ele escolhida para executar o serviço.

“Tal alvenaria deve estar com bom acabamento no fundo e nas laterais (argamassa queimada ou vermiculita), evitando o surgimento de micro furos por força do atrito do vinil com as paredes e fundo da piscina, lembrando que na falta de revestimento de vermiculita deve-se utilizar a manta anti-impacto no fundo da piscina”.

Após a colocação do perfil flexível, se inicia uma vistoria de todo o bolsão, sendo que, em seguida, o mesmo é criteriosamente embalado em conjunto com o manual de instruções para o instalador. Assim, é muito importante que, quando do recebimento do revestimento na obra, se efetue uma verificação da embalagem com o fim de se observar se a mesma não apresenta nenhuma violação que possa ter afetado a integridade do vinil.

Conservação do Produto

Alertamos a seguir os fatos que podem surgir pela instalação, manutenção, aplicação e uso indevidos de nosso produto, os quais afastam qualquer responsabilidade do fabricante por reparo ou troca dos produtos.

I - Para se utilizar aparelhos de aquecimento de água como trocadores de calor, é preciso na fabricação do bolsão, a utilização de vinil próprio. A inobservância de tal providência afastará a responsabilidade do fabricante em caso de alguma lesão no vinil.

II - A piscina de vinil requer cuidados específicos desde a escolha de produtos para tratamento e acessórios para o uso, até a forma de manipulação dos mesmos:

a) Nunca deve-se utilizar aspiradores de rodas;

b) A piscina de vinil somente deve ser tratada com produtos próprios, conforme a recomendação dos fabricantes;

c) Não deve-se usar esponjas de aço ou produtos abrasivos para limpeza das bordas ou laterais, pois tais produtos retiram a decoração da borda e soltam resíduos de ferro na água que pode provocar manchas avermelhadas no vinil;

d) Sempre que se introduzir cloro na água da piscina o mesmo deve ser bem diluído e dentro dos limites sugeridos pelo fabricante para o volume de água de sua piscina, sendo que a inobservância de tal cuidado pode provocar manchas brancas no vinil e ou o descoramento precoce do mesmo;

e) O depósito de folhas ou objetos metálicos no fundo da piscina, podem provocar manchas localizadas ou causar danos no vinil;

f) Devemos lembrar também, que o uso de óleos e bronzeadores, são projudiciais ao vinil, provocando manchas nas bordas as quais devem ser removidas com o uso de um limpa-bordas que deve ser aplicado com uma esponja que NÃO contenha fibras metálicas (esponjas verde e amarela da 3M ou assemelhadas, contém fibras metálicas na parte verde);

g) Assim como o uso de produtos incorretos, o uso excessivo ou a falta de produtos também são prejudiciais à água da piscina e conseqüentemente ao vinil, pois em tais casos podem ocorrer reações químicas com o vinil, vindo a manchá-lo de maneira irreversível;

h) O ph (acidez ou alcalinidade), da água deve estar sempre dentro dos níveis recomendados (entre 7,2 e 7,6), pois o desajuste da acidez da água também é capaz de, por sí só, provocar manchas, descoramento e envelhecimento precoce do revestimento vinílico;

i) A reposição da água por muitas vezes altera o ph da mesma, principalmente quando introduzida na piscina, água de poço, devendo sempre ser verificado o estado que encontra-se o ph, após cada reposição.

III - Para piscinas aquecidas (residênciais), é recomendado o uso de vinil 0,80mm. Para os casos de clubes, academias ou equiparados, consultar o fabricante pois será necessário a utilização de vinil apropriado.

IV - Os cortes ou furos posteriores à instalação são efeitos de acidentes ocorridos na piscina ou imperícia de pessoas que as manipulam, portanto em tais ocorrências deve-se comprar o kit de reparos para vinil no seu revendedor e efetuar o reparo conforme instruções que seguirá o kit;

V - A fixação da escada de inox na piscina de vinil deve ser feita com o máximo de cuidado, devendo ser colocado um protetor de vinil (borrachão), no ponto de apoio da escada na parede do vinil;

VI - Caso a piscina apresente algum vazamento, deve-se antes de mais nada se observar em qual ponto a água parou de baixar para que se possa verificar onde se encontra o vazamento, pois caso isto ocorra no nível de algum dispositivo, de certo o vazamento se encontra na tubulação, devendo ser contratado um encanador especializado em piscinas para resolver o problema;

VII - É absolutamente necessário, para as piscinas de vinil, um dispositivo anti-transbordante, que esteja permanentemente desobstruído, com o fim de evitar transbordamentos, os quais têm como conseqüência o surgimento de água por trás do vinil e em alguns casos, até o surgimento de micro pontos de pedras por trás do vinil em toda lateral (é mais comum tal ocorrência em piscinas sem acabamento lateral);

VIII - Um furo acidental também pode resultar em um enrugamento, neste caso contate seu revendedor ou um profissional do ramo para lhe fazer um orçamento, ou ainda procure nosso departamento técnico;

IX - O vinil não é colado nas paredes, assim qualquer forma de introdução ou infiltração de água pela lateral ou fundo da piscina, poderá provocar rugas no revestimento, as quais somente serão retiradas com a sucção da água que se alojou por trás do vinil, assim caso ocorra tal fato comunique imediatamente o revendedor;

X- Complementando o fato citado no item anterior, lembramos que, ficando o vinil por um longo período tencionado ou enrugado ocorrerão a formação de vincos os quais não voltam mais ao estado anterior, ou seja, o tecido vem a lassear;

Obs: É recomendado o uso do perfil T em todo perímetro da piscina para evitar infiltração de água causada por excesso de chuvas de verão.

Vida Útil do Revestimento

A piscina de vinil, como todo revestimento tem uma vida útil, conforme o tratamento e sua utilização, contudo estima-se que em média a mesma deve durar cerca de 10 anos, tal prazo pode se alterar, considerando a utilização (piscinas de natureza pública como condomínios ou chácaras de aluguel), considerando a temperatura (como é o caso das escolas de natação ou academias), considerando a conservação (como é o caso das casas de veraneio que são frequentadas somente em época de temporada, ficando a piscina sem tratamento fora deste período), enfim, sendo o produto bem conservado o mesmo terá uma longevidade maior ou menor.

Atenção
Nunca dilua produtos químicos (cloro líqüido, granulado ou pastilha, clarificantes, algicídas, etc), através da coadeira de superfície (SKIMMER), sob risco de desbotamento precóse do vinil ao redor do ralo de fundo e dispositivos em contato.

Nunca dilua produtos químicos (cloro líqüido, granulado ou pastilha, clarificantes, algicídas, etc), através da coadeira de superfície (SKIMMER), sob risco de desbotamento precóse do vinil ao redor do ralo de fundo e dispositivos em contato.


Piscina de Fibra - A queridinha de muitos!


A piscina de fibra, umas das pioneiras entre as piscinas, ainda é preferência entre muitos consumidores, que estão dispostos a pagar um custo alto em frete, enfrentar as dificuldades de movimentação de uma piscina dessa, só para te-la e satisfazer sua preferência. Nas próximas linhas vamos conhecer um pouco mais sobre essa piscina que tem seu lugar reservado no seguimento
Descrição genérica da aplicação do produto:


A piscina em fibra é constituída em várias fases, que podemos genericamente dividir em três: a confecção de casco em fiberglass, a construção do berço de alvenaria e o acabamento lateral.

O casco é fabricado de modo bastante peculiar, como veremos a seguir:

• Inicialmente se preparam moldes para receberem a pintura da piscina. Assim vemos que a pintura é o primeiro passo da confecção do casco da piscina em fiberglass. A pintura é feita em gel coat;

• Segue-se tal fase a aplicação da resina e roving até cobrir toda pintura feita por sobre o molde;

• Após a primeira camada de fibra, se fixam os esforços de ½ cana que serão cobertos por outra camada de laminação, o que dará uma maior resistência às paredes da piscina;

• Após a laminação, o casco já estruturado será destacado do molde, seguindo-se uma fase de acabamento das rebarbas e aplicação de resina com grânulos nas bordas para uma maior aderência do revestimento utilizado ao redor da piscina quando de sua instalação;

• Por fim, será efetuada a laminação dos dispositivos tipo flange.

A instalação divide-se em fases:

a) Escavação: o buraco será feito manualmente (em regra), de acordo com as medidas da piscina devendo respeitar o lençol freático de cada região;

b) Confecção da base de fundo: após o nivelamento do fundo do buraco, será feita uma concretagem com malha de ferro, para sustentação da piscina;

c) Colocação do casco no fundo concretado e nivelado com trava nas paredes;

d) Alvenaria em blocos de concreto, ao redor da piscina, é importante frisar que neste momento inicia-se o enchimento da piscina.

Os elementos hidráulicos são os dispositivos que são laminados no fundo e nas laterais, sendo o ralo do fundo, os retornos e o dispositivo de aspiração, todos especiais para piscinas em fibra e que já vem de fábrica, assim o ideal é que se faça a opção por tais acessórios no momento de compra.

Após esta fase o instalador partirá para a confecção da casa de máquinas (confeccionada em alvenaria ou pré-fabricada em fibra), instalação do equipamento de filtragem e do sistema hidráulico, sendo ele instalado desde a piscina até a casa de máquinas no limite estabelecido pelo fabricante do equipamento.

Recomendamos que a casa de máquinas também fosse envolvida pelo revestimento de pedra mineira, para que não ocorra infiltração de água em sua lateral.

Segue-se a tais trabalhos a fase do acabamento lateral, a qual é imprescindível para segurança e garantia do casco da piscina em fibra.

Os acessórios acima citados são os refletores subaquáticos, os Skimmers ou coadeiras, os dispositivos para hidromassagem (as escadas em inox fazem parte do acabamento o qual falaremos a seguir), etc.

O consumidor deverá fazer o piso com o mínimo de 01 (um) metro em toda a volta da piscina ou conforme o terreno permitir e revesti-lo, lembrando que o caimento do piso deve ser sempre para o lado de fora da piscina.

Procure verificar se foram tomadas as seguintes providências antes da confecção do piso lateral:

a) Compactar adequadamente o aterro lateral da piscina, deixando-o em condições de receber o contra-piso, que deverá ser feito com malhas de ferro e servirá de base para a colocação de pedra mineira ou similar. Durante esse período e até que seja feito o contra-piso proteja esse aterro com uma lona plástica, evitando assim que em caso de chuva o mesmo venha a ficar prejudicado, ou comprometa a instalação e/ou as paredes da piscina;

b) Constatando que o aterro está nas condições acima e pronto para receber o contra-piso, providencie-o de forma que o mesmo tenha um caimento lateral de no mínimo 2%, suficiente para evitar que a água das CHUVAS retorne para dentro de sua piscina;

c) A colocação de pedra ou de um deck em madeira deverá ser feito de tal forma que fique rente a cantoneira da borda de sustentação, evitando assim que o mesmo sofra qualquer impacto de acidentes externos, evitando acidentes para os usuários e dando também um perfeito acabamento ao conjunto, tanto no aspecto técnico como visual.

d) Ponto importante de tal fase é o cuidado com a tubulação da piscina que fica sob a terra e no momento da compactação, que pode ser danificada se o obreiro não for diligente.

e) Nunca utilize qualquer tipo de palha de aço para a limpeza nas proximidades de sua piscina, pois as partículas que vierem a cair no fundo e paredes da mesma podem causar manchas.

f) Somente após o serviço de acabamento lateral, poderão ser retiradas as travas internas, liberando o uso da piscina;

g) Não utilize a piscina antes do término do acabamento lateral.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Acabamento com pastilhas

Pastilhas é tendência na decoração

fonte: pequenas empresas grandes negocios

As pastilhas de revestimento ficaram populares entre os brasileiros. Elas estão em todos os tipos de imóveis: dos comerciais às residências. Nesse mercado, o importante é a variedade.

A matéria, em seu site original, traz vídeo. Clique aqui para http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1259070-7823-PASTILHAS+E+TENDENCIA+NA+DECORACAO,00.htmlassistir.

O empresário Jairo Bugno apostou nessa tendência e investiu R$ 350 mil em uma fábrica de pastilhas, em 2004. A produção é elaborada. Primeiro, as placas de vidro são cortadas em pequenos quadrados. Em seguida, o vidro é esmaltado. Depois, vai para um forno, numa temperatura de 800 graus. No fim, é separado em placas.

Desde que montou a fabricação, o maior desafio do empresário é enfrentar a concorrência das pastilhas chinesas. Elas chegam ao mercado com preço abaixo do custo da produção brasileira.

Se não dá pra competir com preço, o jeito é se diferenciar. Uma fábrica lançou a pastilha-bolha. Ela tem efeitos que parecem bolhas de ar, mas na verdade são reações químicas, pois só esses detalhes na peça que o importado chinês não tem dobram o preço de venda da pastilha.

O empresário Jairo Bugno gastou dois anos na criação da pastilha-bolha. Foram muitos testes até chegar ao modelo atual.

"A bolha nada mais é do que um processo físico-químico entre duas pastilhas de vidro que, entrando no forno, recebem uma determinada temperatura e formam as bolhas", revela o gerente da fábrica, Marcelo Kamio.
Outra estratégia de venda são as pastilhas personalizadas. A empresa remonta as placas, uma a uma, ao gosto do cliente. A personalização representa 30% do faturamento da loja.

Além da pastilha de fabricação própria, a loja vende outras 12 marcas. São pastilhas de vidro, porcelana, pedra, aço inox, concha e até de coco.

"Hoje em dia existem feiras especializadas que lançam constantemente novidades. Principalmente para o arquiteto, que é um público especial, que gosta muito de novidades, para atrair mais vendas da pastilha", conta o coordenador de marketing, Thiago Xavier.

As pastilhas custam desde R$ 35 até R$ 913 o metro quadrado. No total, a loja vende 10 mil metros quadrados de pastilhas por mês.






Ambientes por Zaro Design e Revestimentos

Exteriores
Produtos Usados:- Pastilha Atlas Araca///- Pastilha Atlas Tinhare 5x5
 
 Produtos usados: Pastilha Juquei 5x5
 
  Quartos
Produtos Usados:- Pastilha de Coco Ekobe

                                                                                                       Salas


Produtos Usados:- Pastilha de Coco Ekobe

Produtos Usados:    - Pastilha de Porcelana Ouro 2,5x2,5///- Pastilha de Porcelana Platina 2,5x2,5



Cozinhas


Pastilha Areia 5x5
Produtos Usados: - Pastilha de Coco Ekobe

Pastilha de Coco Ekobe




 Pastilha Block Mescla Azul
                                                                                                                                      

Banheiros


Pastilha de Porcelana Atlas

 
Pastilha de Porcelana Rubi 5x5

                                                                                Pastilha Glimmer Ginger

Pastilha de Porcelana Preto 1,5x3
Zaro Design e Revestimentos

Book de Ambientes
Banheiros
Atlas - Arq. Leonardo Coutinho

domingo, 1 de agosto de 2010

Conheça modelos e saiba quanto custa ter uma lareira

Conheça modelos e saiba quanto custa ter uma lareira
SILVANA MARIA ROSSO

Uol-Casa e Imoveis



Lareira criada por Fábio Galeazzo, que recebeu o prêmio Andrew Martin International Design



Há algo mais aconchegante que tomar um gostoso vinho à beira de uma lareira nas noites frias de inverno? Hoje, isso não é tão complicado, pois não é mais necessário quebrar a cabeça para construir uma lareira que não enfumace o ambiente.

O mercado oferece diversas opções que são adquiridas prontas, desde a tradicional pré-moldada em concreto refratário ou em chapa metálica –que podem funcionar com lenha, sistemas de aquecimento a gás ou elétrico, além das salamandras e estufas –que são espécies de aquecedores, ideais para ambientes menores.

As lareiras tradicionais são capazes de aquecer espaços de até 600 m³. Estufas propiciam calor em ambientes que possuam até 320 m³. Por fim, as salamandras, menos potentes, são eficazes quando a área tem até 100 m³. Conheça as opções:

Alvenaria

O kit é feito em concreto ou tijolo refratário (materiais que resistem a altas temperaturas) e está disponível em dois modelos: para parede ou de canto. Segundo Lauro Bruder, da Chama Bruder, a lareira é acoplada a uma chaminé pré-construída e, posteriormente, revestida com o acabamento desejado. Pode ser instalada com a casa pronta ou com uma pequena reforma. Preço: de R$ 590 a R$ 980 (valores não incluem instalação e acabamento).

Aço

O kit é encontrado nas opções de canto, de parede e central, possibilitando projetos modernos e arrojados, com coifa suspensa (que capta a fumaça) e fornalha (onde é apoiada a lenha) separadas. "É ideal para residências já construídas e habitadas, pois não necessita de revestimento e pode ser colocada sobre qualquer tipo de piso ou parede", recomenda Bruder. Mas, conforme o gosto e o projeto arquitetônico, é possível receber acabamento em cobre, madeira, latão, aço carbono com pintura eletrostática colorida, chapa naval e aço cortem. Preço: a partir de R$ 1.750 (valor não inclui instalação e acabamento).


Salamandras e estufas


São encontradas em chapa de aço, cobre e as mais comuns em ferro fundido, revestidas internamente com tijolos refratários, que lembram as de antigamente. Diferentes das lareiras, elas apresentam um compartimento fechado e transmitem o calor por irradiação. Algumas possuem grade de apoio, "que pode ser usada para aquecer um chocolate quente, fazer um chá ou aromatizar o ambiente usando uma essência", destaca Bruder. As salamandras requerem chaminés de saída para a fumaça, que já deve estar construída. Já algumas estufas, não. Ambas são encontradas em modelos para funcionamento a carvão, lenha ou gás. Preço: de R$ 590 a R$ 15.900 (valores não incluem instalação e acabamento).

A gás

O equipamento parece um queimador de forno e pode ser inserido em lareiras de alvenaria ou de metal, sendo alimentado por gás GLP (de cozinha) ou natural (encanado). Bruder afirma que esse sistema não requer chaminé, desde que haja circulação de ar no ambiente. Disponível nos modelos com queimador linear, com pedras de origem vulcânicas ou com lenho refratário (que imita lenha). A primeira opção oferece cortina de fogo com as labaredas. Pode ser feita na medida e formato necessários e colocada em uma estrutura de alvenaria. A segunda imita a queima da madeira e é uma alternativa ao uso da lenha em lareiras pré-existentes. Preço: os kits com tamanhos padronizados custam de R$ 790 a R$ 2.790 (valores não incluem instalação e acabamento).

Elétrica

Modelo se destaca por ser portátil e ecologicamente correto, como afirma Bruder. "Ela não produz gás carbônico e evita o desperdício de energia." Além disso, esse tipo de sistema encaixa-se em qualquer local, seja um móvel de madeira, um nicho em alvenaria ou qualquer outro projeto. Alguns já vêm acoplados a um móvel, dispensando a alvenaria. São encontrados com chama virtual 3D (uma tela reproduz imagens de labaredas), com pedras vulcânicas e lenha natural. Preço: de R$ 1.100 a R$ 6.950 (valores não incluem instalação e acabamento).

ALGUNS MODELOS DE LAREIRA:


O canto de lazer equipado com redes é aquecido pela lareira de duas bocas, construída em tijolos e revestida com a textura de taipa, projetada pela arquiteta de exteriores e paisagista, Adriana Mavignier Madeira


O espaço de convívio, que ocupa a área da antiga piscina, fica mais aconchegante quando as chamas do sistema a gás estão acesas. Na revitalização realizada pela arquiteta de exteriores e paisagista Adriana Mavignier Madeira o ambiente protegido pela pérgola ganhou uma lareira de tijolos, rebocada por cimento comum, revestido de textura da Terracor, no tom terra alaranjado


 O canto para namorar ficou mais romântico com a lareira planejada pela arquiteta Brunete Fraccaroli. A lareira foi esculpida em mármore travertino, executado e fornecido pela Pedra da Esquina. Coifa em vidro e duto em aço inox executados pela Construflama


O acolhimento do lar deveria estar presente no centro do estar sem ocultar a paisagem. O arquiteto Enrico Benedetti escolheu a lareira ecológica com recuperador de calor em ferro fundido e porta de vidro temperado das Chaminés Philippe. A parte frontal é revestida com chapa de aço cortem e as laterais com tijolo acabado com cimento queimado


Diferentes das lareiras, as estufas apresentam um compartimento fechado e transmitem o calor por irradiação. São encontradas em chapa de aço, cobre e as mais comuns em ferro fundido, revestidas internamente com tijolos refratários, lembrando modelos de antigamente. Na foto, estufa da Chamas Bruder


 
Quebrando com o tradicional desenho em ângulo, Fábio Galeazzo idealizou esta lareira ovoide, que acaba de ser brindada em Londres com o prêmio Andrew Martin International Design. Dimensionada para esquentar a sala com 60 m², tem base com caixa de alvenaria de tijolos refratários, onde se acomoda o acendedor a gás. Em volta, o arquiteto aplicou gesso para chegar no formato desejado


 
Retrato do ambiente de lazer atual, este espaço com 30 m² reúne adega, churrasqueira e uma lareira. Repare que a arquiteta Maria Fernanda Rodrigues criou um volume em alvenaria onde acoplou o sistema em tijolo refratário, revestido de canjiquinha de pedra São Tomé


No jardim de inverno da área de lazer, a lareira idealizada pelo designer Fernando Piva é compacta e se acopla à bancada de mármore Brown Cartier, que embute pufes e apoia complementos. Ecologicamente correto, o sistema de aquecimento da Ecofireplaces funciona com bio fluido líquido, que não produz fumaça, resíduos inalantes ou cheiro. A emissão de CO² é baixíssima, menor que o equivalente à nossa respiração


De inspiração africana, o terraço contemporâneo, assinado pelo arquiteto Fábio Galeazzo, tem lareira esculpida em pedra sabão pela Design Pedras Pagliotto, em contraste com as pastilhas ouro da Bisazza. As placas de pedra foram colocadas na base em alvenaria, que forma o nicho que abriga o aquecedor a etanol da Polytec

A sala de lareira não deveria ser carregada, como os ambientes convencionais. Os arquitetos Marcos Contrera e Marcos Biarari mantiveram a linguagem clean do apartamento, optando por revestir a lareira -feita com tijolos refratários e caixa em drywall- com placas de resina da Recesa. O aquecimento é a gás


A estante agrega equipamentos, CDs, monitor em LCD, integrando-se ao sistema da lareira, que já fazia parte do imóvel e recebeu isolante térmico par conservar o calor. Os arquitetos Antonio Ferreira Junior e Mario Celso Bernardes utilizaram como revestimento o linestone Bateig Blue


Construída em alvenaria e revestida de pedra bruta pela Tetrabase Construtora, a lareira transformou a área externa projetada pela MD Arquitetura em um canto aconchegante nas noites de inverno


A lareira em aço inox, executada pela Qualitinox, e revestida em mármore travertino navona, da Marmoraria Alicante, criou o canto entre o living e o home theater, no projeto de Toninho Noronha, que aquece ambos ambientes com lenha comum


Construída para complementar o home theater, planejado por Toninho Noronha, na cobertura do apartamento, a lareira foi executada em vidro temperado pela Vidroart, com grelha e coifa feitos sob medida pela Qualitinox. Dimensionada para lenha comum


Para reunir os hóspedes no charmoso jardim de uma pousada em noites frescas de inverno, a arquiteta de exteriores e paisagista Adriana Mavignier Madeira planejou esta lareira externa, feita em tijolos e rebocada com cimento comum. Como acabamento externo recebeu uma textura especial feita de barro e pigmento laranja